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14.7.08

, de arte contemporânea à arte naif ..

Adepta à corrente sofista, pra mim, nem a arte escapa às mudanças que movem, corroem e sustentam uma sociedade. Sua contemporaneidade nos últimos anos, é bela em sua essência e capaz de transformar essa forma de traduzir sentimentos em várias vertentes.
Uma delas, a Naif (confesso, uma de minhas preferidas) vem mostrando dógmas e palavras esquecidas outrora e intensificando uma interligação com outras áreas artísticas, como a música, que tanto me impressiona. Juntando cotidiano, beleza, graça e versos, Ana Camelo é uma das pioneiras a fazer até do Rio de Janeiro algo que escapa de sua real situação e que há tanto tempo não se via.
"A Moça" acima, não só me encanta como nos conta que ainda há maneiras de descapitalizar o mundo, e o que é mais bonito: de forma instintiva, inconsciente.

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